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Cinema

Os dois filmes inspirados no “Caso Von Richtofen” que estrearam no Amazon Prime, dispararam as buscas pelo crime no Google Brasil

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Carla Diaz (Foto: Reprodução)

‘A menina que matou os pais’ e ‘O menino que matou meus pais’, que estrearam no Amazon Prime Video no último dia 24 de setembro sobre o “Caso Richthofen”, reviveram a curiosidade do brasileiro quanto ao julgamento jurídico histórico da Justiça Brasileira. Dirigidas por Maurício Eça, as produções contam as diferentes perspectivas dos assassinatos cometidos por Suzane Von Richthofen e os irmãos Cravinhos e permitem que o público analise as diferentes versões dos fatos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Decode, empresa de client acquisition e consulting do grupo BTG Pactual, os longas-metragens alcançaram um total de 16,3 milhões de pessoas no Facebook e no Twitter. Além disso, a empresa data-driven também descobriu que, desde o lançamento dos filmes, houve mais de 900 mil buscas pelo caso no Google, o que representa um aumento de 3.233% se comparado ao mesmo período antes das estreias.

Diante das 695 notícias publicadas sobre o filme, os usuários do Facebook, em sua maioria (48%), amaram as produções, enquanto 34% manifestaram raiva, 13% reagiram de maneira sarcástica, 3% ficaram surpresos e apenas 2% demonstraram tristeza. A verdade é que, na mesma plataforma, os internautas se dividiram ao mostrar suas opiniões como mostra abaixo:

  • Sentimentos negativos (representam 66% dos comentários):
  • 48% acharam que Suzane não merecia os holofotes, muito menos o dinheiro pela produção do filme.
  • 39% comentaram que o caso foi trágico demais para virar parte da indústria do entretenimento.
  • 13% acharam que a história está distorcida, argumentando que Suzane foi muito vitimizada e seus pais “vilanizados”.
  • Sentimentos positivos (representam 34% dos comentários):
  • 64% contrapuseram os ataques afirmando que histórias de assassinos norte-americanos são adoradas pelos brasileiros.
  • 18% acharam importante relatar e documentar essas impactantes histórias nacionais.
  • 18% gostaram que os filmes mostram novas perspectivas sobre o caso.

Apesar de ter gerado muitas discussões na rede social em questão, ao contrário do que muitas pessoas pensam, Suzane não teve nenhum envolvimento com a produção do filme e, também, não receberá qualquer tipo de bonificação pelo mesmo.

Ambos filmes foram mencionados 136.700 vezes no Twitter e, dentre estas menções, o termo “Carla Diaz” foi citado em 66.2 mil tweets, enquanto “Suzane” teve um total de 44.5 mil tweets, “Suzane Richthofen” e “Suzane von Richthofen” 9 mil tweets e, por fim, “Cravinhos” em 8 mil tweets.

Carla Diaz e o sucesso de sua atuação

No Twitter, a atuação de Carla Diaz surpreendeu os internautas que, em sua maioria (96%) elogiaram sua participação no filme. Os adjetivos utilizados nos tweets que descrevem o desempenho da atriz são:

  • ‘Impecável’ – 24%
  • ‘Entregou tudo’ – 23%
  • ‘Perfeita’ – 12%
  • ‘Muito bom’ – 9%
  • ‘Deu show’ – 8%
  • ‘Incrível’ – 6%
  • ‘Impressionante’ – 4%
  • ‘Sensacional’ – 4%
  • ‘Ótima’ – 3%
  • ‘Idêntica’ – 3%
  • Outros adjetivos – 4%

Para verificar o sucesso de Carla, a Decode coletou dados do Instagram da atriz e descobriu que, após os lançamentos, ela ganhou 68.421 novos seguidores. Levando em conta que sua conta na plataforma estava com uma média negativa de –1.122 seguidores por dia no mês de setembro, podemos observar que as produções repercutiram com um buzz muito positivo para a ex-bbb.

Abaixo você acompanha a evolução de novos seguidores, por dia, de Carla Diaz no Instagram:

  • 21/09: -1.097
  • 22/09: -1.837
  • 23/09: -1.364
  • 24/09: +4.995
  • 25/09: +20.773
  • 26/09: +20.400
  • 27:09: +22.253

Curiosidades à parte

Ilana Casoy, escritora e uma das roteiristas dos filmes, também saiu ganhando com o buzz dos filmes: as buscas no Google pela autora cresceram 426% no mês de setembro, se comparado com o mês de agosto. Além disso, um dos livros da autora que remonta o caso, “Arquivos Richthofen e Arquivos Nardoni: Abra os arquivos policiais”, encontra-se entre os TOP 30 mais vendidos da Amazon Brasil.

A Decode, empresa de client acquisition e consulting analytics pertencente ao grupo BTG Pactual, foi criada em fevereiro de 2019 e atualmente com mais de 100 colaboradores. Voltada para o mercado B2B, sua maior frente é a de aquisição de clientes, trabalhando com empresas como Banco Pan, BTG+, BTG Digital, Embracon, OdontoCompany, entre outros, e também oferece tecnologia para apurar tendências de mercado e desenvolver produtos e serviços de excelência para melhor experiência das pessoas, além de estudos para compreender fenômenos sociais e o comportamento do consumidor.

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