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Danni Suzuki relembra polêmica com núcleo japonês na novela “Sol Nascente”

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Durante uma live com Bruna Aiiso (“Bom Sucesso”) no Instagram Stories, Danni Suzuki (“Arcanjo Renegado”) falou pela primeira vez sobre sua substituição por Giovanna Antonelli na novela “Sol Nascente” (de Walther Negrão, Suzana Pires e Júlio Fischer), exibida pela Rede Globo, que gerou uma certa polêmica com seu núcleo japonês.

“Sai da novela sem uma justificativa. Na época, eles me falaram que eu não seria a protagonista porque queriam uma menina mais jovem. Falei: tudo bem, sem problemas”, explicou a atriz, que até então ia interpretar uma personagem criada especialmente para ela por Walther Negrão, que estudou seus hobbies pessoais.

“Ele me chamou para conversar, disse que há três ou quatro anos queria escrever uma novela para mim, e ele tinha pesquisado a minha vida”, continuou ela, que, no fim das contas, ficou bastante surpresa ao ver que sua substituta era dois anos mais velha do que ela: Giovanna Antonelli.

Ao procurar o diretor Leonardo Nogueira para entender melhor a situação, ela soube que sua personagem, Yumi, ia continuar no argumento da trama como prima da mais nova protagonista, Alice (Giovanna Antonelli), e que essa nova personagem, a partir daquele momento, passaria a ser uma ”filha adotiva dos seus pais”.

“Depois de mais uma leitura, o diretor, Leonardo Nogueira me chamou de novo e disse que eu estava muito velha para ser a prima da Giovanna. Falei: mas, estou velha de novo?”, enfatizou Danni Suzuki. “Desculpe, foi um erro de escalação”, respondeu Leonardo Nogueira. “Eu não ia discutir, ele falou que estavam escrevendo um terceiro personagem, e aí eu falei: Quer saber? Deixa pra lá, não quero fazer a novela, não tem espaço para mim na trama”, se irritou a atriz, fazendo com que seu papel passasse para as mãos de Jacqueline Sato.

“As escolhas deles não eram compatíveis com as minhas escolhas. Então eu usei aquela situação para me impulsionar para algo melhor. E para mim foi um presente, porque uma porta internacional se abriu, vim a conhecer as premiações dos filmes, mergulhei na questão dos refugiados, comecei a ter tempo livre para dirigir o meu documentário e a tirar os projetos que tinha na gaveta. Não é porque não tem: existem vários atores, daria para construir um elenco gigante”, concluiu.