Carla Salle, Gabriel Leone e Olívia Torres rodam o filme “Meu Álbum de Amores”

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Carla Salle (Foto: Estevam Avellar)

Carla Salle (“Onde Nascem Os Fortes”), Gabriel Leone (“Onde Nascem Os Fortes”) e Olívia Torres (“Tempo de Amar”) atualmente estão rodando o filme de longa-metragem “Meu Álbum de Amores”, escrito e dirigido pelo cineasta Rafael Gomes, que conta com distribuição da Pandora Filmes e com produção da Biônica Filmes.

Na história, que também conta com Felipe Frazão, Laila Garin, Lorena Comparato e Maria Luísa Mendonça no elenco, Júlio (Gabriel Leone) se prepara para deixar a casa da sua mãe para dividir um apartamento com Alice (Carla Salle). Ele é surpreendido quando ela diz que não está preparada para isso.

Abatido, Júlio é surpreendido por uma segunda notícia bombástica: seu pai não é quem ele sempre pensou que fosse. No lugar de Maurício, um dentista sério e bem-sucedido, entra Odilon Ricardo , um famoso cantor brega dos anos 70. Este pai, que Júlio nunca soube que teve, acaba de falecer. E lhe deixou de herança a casa onde sempre viveu, um forte DNA musical que Júlio nunca soube que tinha e, principalmente, um irmão que é em tudo diferente dele, Felipe (Felipe Frazão). Assim, Júlio terá que sair da sua zona de conforto, investigar o passado do pai e enfrentar uma série de mudanças inesperadas em sua vida, redescobrindo a si mesmo e reinventando o caminho de seu próprio amadurecimento.

“É um filme de sentimentos concretos e reais – os problemas do protagonista são verdadeiros e pungentes. Mas é também uma comédia romântica. Não uma comédia romântica ligeira, mas uma comédia romântica que busca algumas profundidades, assim como as músicas de amor. É sobre expansão de mundo, concreta e emocionalmente. Sobre abandonar a ideia de controle sobre o futuro para entregar-se às surpresas do presente. É sobre os conflitos da pós-adolescência e a desconstrução de um conceito de masculinidade secularmente construído, através do cruzamento do protagonista com diferentes aspectos do feminino. É sobre a busca pelas origens genealógicas, incluindo o parentesco por afeto e adoção. E é, por fim, sobre a transformação da vida em criação artística – no caso, a música” – explica Rafael Gomes.

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