Lorena Comparato vai interpretar cadeirante na série “Cidade Proibida”

Lorena Comparato (Foto: Divulgação)

Após viver Vanessa em “Rock Story” (de Maria Helena Nascimento), Lorena Comparato será cadeirante na série “Cidade Proibida”, escrita por Ângela Chaves, Flávio Araújo, Márcio Alemão e Mauro Wilson, com a colaboração de Adriana Falcão, Bíbi da Pieve, Emanuel Jacobina e Max Mallmann, que estreia em setembro na Rede Globo.

Com episódios protagonizados por diferentes atores, a história fala sobre a aposentadoria do policial Zózimo (Vladimir Brichta), que é substituído por Paranhos (Aílton Graça) em uma delegacia do Rio de Janeiro e começa a trabalhar como detetive particular. Cada episódio relata suas peripécias na hora de investigar casos extraconjugais polêmicos.

Ex-namorado de Lídia (Cláudia Abreu) e atual amante de Marli (Regiane Alves), Zózimo começa a narrativa seguindo os passos de Paula (Giovanna Antonelli), durante duas semanas, por ordem do seu marido, Bezerra (José de Abreu), que fica cismado ao descobrir que sua esposa é uma mulher extremamente carola e fiel.

Mais diante, Paranhos convence Zózimo a seguir os passos de Suzana (Mariana Ximenes), que é esposa de um cliente milionário (vivido por Thiago Lacerda). O cliente oferece uma fortuna para Zózimo matar o amante de Suzana, Bonitão (José Loreto). Só que o detetive particular e o amante são melhores amigos.

O elenco completo da série “Cidade Proibida” é formado pelos atores Adriana Lessa, Aílton Graça, Andréa Beltrão, Ariela Massotti, Billy Blanco Jr, Carolina Chalita, Cláudia Abreu, Danilo Grangheia, Débora Nascimento, Fábio Bastos, Giovanna Antonelli, José de Abreu, José Loreto, Klebber Toledo, Letícia Colin, Lorena Comparato, Maeve Jinkings, Marcelo Aquino, Marat Descartes, Mariana Lima, Mariana Ximenes, Marina Wilson, Miguel Falabella, Regiane Alves, Taís Araújo, Thelmo Fernandes, Thiago Lacerda e Vladimir Brichta. A direção artística do projeto, que se trata de uma adaptação de “O Corno Que Sabia Demais – E Outras Aventuras de Zózimo Barbosa” (de Wander Antunes), é de Maurício Farias.