Entrevista: Caio Manhente relembra transição infância/adolescência

“Malhação – Pro Dia Nascer Feliz” (de Emanuel Jacobina) chegou ao fim nesta quarta-feira (3) e cede seu lugar para “Malhação – Viva a Diferença” (de Cao Hamburger) na próxima segunda-feira (8). Em entrevista para o Noticiasdetv.com, Caio Manhente relembra como foi a transição da infância para a adolescência.

— Foi bem tranquila. Assim que recebi a notícia, bateu aquele friozinho na barriga. Pensei que em “Malhação” eu estaria fora da minha zona de conforto, de sempre interpretar um personagem infantil, raramente atuar com jovens, etc. Mas, quando comecei as preparações para a novela, descobri que essa nova experiência ia ser maravilhosa. Por estar com uma galera da minha idade, acabei me divertindo mais, me enturmando mais.

Questionado sobre como ocorreu sua bateria de testes para integrar o elenco de “Malhação – Pro Dia Nascer Feliz”, já que as vagas são muito concorridas, o ator relembra qual foi sua reação quando soube que iria interpretar Fábio, filho de Tânia (Déborah Secco) e irmão de Luiza (Bárbara Maia):

— Fiz dois testes pra conseguir entrar no elenco. Depois, passamos por uma preparação. Foi bem angustiante ficar esperando os resultados, mas quando eles chegaram, eu não conseguia parar de sorrir. Ainda mais depois que o Léo, o Adriano e o Jacobina me falaram que eu iria fazer o Fábio. É um personagem maravilhoso, gostoso de fazer, com muitas questões e muito humor. Eu amei.

No começo da história, o público se empolgou com a possibilidade da formação de um par romântico, devido às brigas do personagem com Manuela (Milena Melo), irmã de Bárbara (Bárbara França) e Juliana (Giulia Gayoso). Apesar desse plot ter se perdido, o ator comenta se acompanhou a repercussão da dupla:

— Sim. Logo na primeira semana de novela, o Fábio e a Manu foram super aceitos pelo público. A galera das redes sociais começou a shippar “Fabiela”. Vale a pena dizer também que a Milena é uma companheira de cena maravilhosa. A gente se divertiu muito nos bastidores e jogou muito em cena.

Agora com 17 anos, o que limita seu campo de atuação por questões de leis trabalhistas, o ator também conta se pensa em fazer algum perfil de personagem específico quando maior de idade:

— Acho que isso é muito relativo. Na verdade, quero interpretar, só isso. Não penso muito em tipos de papéis que eu gostaria de pegar. Creio que todo e qualquer personagem que for confiado a mim é importante. Eu prefiro a surpresa.