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Resumo Diário: Novela “Escrava Mãe”: 24/11/2016

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Capítulo 127: Quinta-feira: 24/11/2016

Almeida continua assustado e se revela diante de Leôncio, um menino de aproximadamente 6 anos. Ele tem algumas fitas e um facão na mão. O garoto observa o pai, impassível. Almeida repreende Leôncio que estava sozinho no canavial. Leôncio encara o pai, em silêncio, antes de sair correndo. No engenho, Sapião retira uns amarrados de cana de um carrinho enquanto fala com Mina e lembra que Juliana gostava do dia da botada, da festa, do banquete. Almeida termina de desamarrar as mãos de um escravo magrinho, que tem os punhos enrolados com a fita verde. Osório, agora feitor do engenho, observa de longe. Teresa repreende Leôncio e Beatrice observa questionando se o garoto é filho de Teresa. Charles conversa com Nestor e Tomás sobre o cartaz a procura de um suspeito que entra nas fazendas para libertar escravos. Genésio entrega algumas cartas de Filipa à Quintiliano. Violeta parece agoniada diante de Rosalinda e revela que já fez de tudo para engravidar e não consegue. Juliana conversa com Tito Pardo sobre as lembranças da fazenda. Maria Isabel diante de uma roda de fiar, com o olhar perdido na roda. Catarina e outros escravos trabalham duro e Catarina está cansada, suada. Esméria serve uma cuia de água para a irmã. Esméria promete que vai arrumar um jeito de libertar Catarina e para isso vai pagar com a mesma moeda com Almeida, tirando o que ele tem de mais valioso que é o filho Leôncio, para a surpresa de Catarina. Filipa conversa com Bá Teixeira sobre a discussão que continua com o pai sobre seus pretendentes que insiste em lhe arrumar. Juliana está sentada no chão, com alguns escravos à sua volta, crianças, adolescentes, alguns homens e mulheres. Eles estão atentos, sentados em roda, enquanto Juliana conta a história e procura despertar o interesse deles. Na África, Miguel está emocionado diante de um oficial da tropa que diz que ele já cumpriu a pena e que agora será mandado para Luanda, até o Depósito Geral dos Degredados. Miguel pergunta por quanto tempo ainda tem que continuar a pagar a pena, e o oficial responde que apenas o necessário para fazer o registro do término do degredo. Miguel vibra ao saber que pode voltar ao Brasil. Guilherme e Tozé conversam sobre os avanços no solar da condessa que estão ajudando os escravos livres a trabalharem e ainda afirma que falta conseguir a alforria da condessa. Kamau está na Vila e observa por alguns instantes. Nestor se aproxima de Kamau, curioso. Nestor oferece ajuda e Kamau diz que está à procura de trabalho. Tomás e Charles colam os cartazes do Cavaleiro da Mancha nos muros e fachadas. Kamau anda por ali e observa. Esméria hospeda Kamau no solar. Miguel escreve uma carta, dentro de uma cabana improvisada. Acontece uma festa na Vila e a moagem da cana continua, observada por Almeida, Teresa, Beatrice, Leôncio, Tia Joaquina, Sapião, Urraca e demais escravos. Almeida observa Leôncio, que aponta para algo que vê. É Maria Isabel, que se aproxima, devagar, toda de preto. Com sombrinha também preta, observando aquilo. Beatrice fica emocionada a ver a filha, que tem o olhar perdido na moagem. Juliana está cabisbaixa, com Tito Pardo ao seu lado, também triste. Eles estão diante de uma fogueira, numa área dos fundos de uma casa. Tito Pardo diz a Juliana que eles devem voltar para a Engenho do Sol ou então alguém aparecerá para tomar o que Ismael deixou após morrer e levá-los a força. Um sujeito acabara de chegar na Engenho do Sol, em cima de um cavalo, usando uma roupa escura, capa, chapéu e uma máscara no rosto, coberta por alguns retalhos de pano. A máscara é metade negra e metade branca. É o Cavaleiro da Mancha observando a casa grande da Engenho do Sol.

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